Julie & Julia, Trabalho, Blog da Mu e outras coisas.

Ontem assistimos Julie&Julia e, todas as vezes que eu assisto esse filme, além de uma fome mortal, uma vontade (enorme) de viver Paris como Julie, eu fico motivada a me desafiar à alguma coisa. Pois bem, a Mu tem um espaço lindo, colaborativo, para quem quiser colocar suas ideias pra fora: o blog da Mu. Eu estou tendo a honra de estreá-lo, e essa não é uma tarefa fácil. Adoro escrever, mas, como brinco, é só quando vem o Van Gogh, (leia-se uma inspiração divina, vinda dos céus e por impulso, eu escrevo num jato e depois tenho que ir lendo e corrigindo, lendo e corrigindo…) Cá estou eu, desafiando-me a alimentar esse blog mensalmente com temas variados, indefinidos e os quais estejam inebriando minha mente no momento.

Começo pelo poder do trabalho. No mesmo filme, e só dessa vez eu analisei dessa maneira, é visível como a força do trabalho domina uma pessoa, eleva sua autoestima ou a faz cair por terra, dá energia, vitalidade, êxtase. Muitas vezes é o trabalho que nos define. Posso me incluir nessa perspectiva porque vejo a mim mesma e pessoas próximas diretamente afetadas pelos seus cotidianos. O trabalho é, basicamente, o sal da vida terrena e buscar maneiras dele ser o mais prazeroso possível deveria ser meta para qualquer um. No filme, Julia, quando vive sua rotina massificada de escritório, aparenta estar alheia ao cotidiano ocupadíssimo das amigas, está praticamente murcha e, quando se encontra, por meio do blog, ela reluz. Vira protagonista do seu destino. Julie, por sua vez, está à procura do que fazer e a meta de escrever o livro lhe dá um passatempo e uma missão. Mas, nem todo mundo encontra sua missão de cara, e ai? 

E aí, a gente vai testando, mudando, acertando e errando. Buscando encontrar o seu lugar feliz, o seu ponto doce* e despertar o seu lobo interior**. 

De peito aberto, conto a vocês que o projeto da Mu nasceu assim, com o intuito de testar, de aprender e encontrar a nossa missão fazendo calçados. Por ora, estamos bastante felizes com a receptividade de todos, com o que trabalhamos e conquistamos até aqui. E tenho que avisá-los de que, como todo bom produto, o nosso também vai mudar até encontrar, essencialmente, o que seja a resposta para os nossos questionamentos. 

Espero não tê-los deixados confusos já no primeiro post. Confesso que minha contribuição será assim contando histórias, como numa conversa, sobre aquilo que estiver em minha mente.

Muitos sorrisos, 

Lê.

*referência a obra de Susan Cain, O poder dos quietos.

** em referência a obra de Clarissa Pinkola Estés, Mulheres que correm com lobos.

Trailer do filme aqui!

 

 

 

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